Landmark prepara audiência para debater agricultura familiar e mais alimentos a Campo Grande

Na tarde desta terça-feira (19), o vereador Landmark Rios (PT) realizou uma reunião preparatória no gabinete para organizar a audiência pública que discutirá políticas de segurança alimentar em Campo Grande. O encontro, que reuniu representantes de entidades, movimentos sociais e da agricultura familiar, teve como foco a construção de propostas e estratégias que garantam acesso a alimentos saudáveis e de qualidade para a população. A audiência pública será realizada no dia 9 de maio, na Câmara Municipal, com a participação de especialistas, autoridades e representantes do setor produtivo rural. O objetivo é fortalecer o papel da agricultura familiar no combate à insegurança alimentar e discutir alternativas para facilitar a comercialização de produtos agroecológicos no município. “Essa é uma temática que envolve saúde pública, assistência social e as nossas comunidades da periferia. A segurança alimentar depende da produção com qualidade e sustentabilidade, e isso só é possível com o fortalecimento dos assentamentos do entorno de Campo Grande e de todo o Mato Grosso do Sul. Queremos dar força e voz aos movimentos sociais e produtores, que serão fundamentais para apresentar propostas ao poder público”, afirmou o vereador Landmark Rios, presidente da Comissão de Agricultura e Agronegócio da Câmara. Durante a reunião, foram destacados desafios como a comercialização da produção agrícola, o escoamento dos produtos e a necessidade de assistência técnica. “Quem vai garantir segurança alimentar são os produtores de hortaliças, hortifrutis e alimentos agroecológicos. Por isso, defendemos políticas de reforma agrária, assistência técnica e investimentos em patrulhas mecanizadas”, complementou Landmark. Sandra Maria Soares, presidente da Federação da Agricultura Familiar e Empreendedores Rurais de MS (FAFER-MS), destacou a importância do debate. “Foi uma reunião bastante positiva. Esse diálogo com os movimentos sociais ligados à agricultura familiar vai trazer um debate importante para o desenvolvimento de Campo Grande. A comercialização é um dos nossos maiores desafios, e precisamos avançar nisso”, afirmou. Ao final do encontro, ficou definida a formação de um Grupo de Trabalho (GT) responsável pela organização da audiência pública. As propostas debatidas devem resultar em um relatório com sugestões encaminhadas ao Governo Federal, ao Governo do Estado e à Prefeitura de Campo Grande. Entre os participantes da reunião estavam representantes da UGT (União Geral dos Trabalhadores), SNTS-DF (Secretaria Nacional de Participação Social), Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária e movimentos quilombolas e indígenas, que integram o esforço conjunto para buscar soluções sustentáveis no fortalecimento da segurança alimentar no município. Renan Nucci Assessoria de Imprensa do Vereador

Câmara de Campo Grande define membros da CPI do Transporte Público

A Câmara Municipal de Campo Grande definiu nesta quinta-feira (20), os cinco membros que vão compor a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar irregularidades no serviço de transporte coletivo urbano de Campo Grande, prestado pelo Consórcio Guaicurus. A CPI do Transporte Público será presidida pelo vereador Dr. Lívio e relatada pela vereadora Ana Portela. Também farão parte da comissão os vereadores Luiza Ribeiro, Junior Coringa, Maicon Nogueira. O presidente da Comissão, vereador Dr. Lívio, explicou como foi definida a composição da CPI “Foi uma indicação dos partidos, conforme o Regimento. O PSDB muito complacentemente cedeu sua vaga para o vereador Coringa participar da Comissão e fizemos um consenso democrático para que eu presidisse essa Comissão. A vereadora Ana Portela, por ser urbanista e também fazer parte da Comissão de Trânsito vai ser a relatora e os demais membros que vão nos auxiliar nesse trabalho. A primeira coisa que temos que fazer é celebrar a constituição dessa CPI. Era um pedido da população há décadas, temos que comemorar isso, mas isso traz esse peso de responsabilidade e trazer o resultado que o usuário espera”, afirmou. Como autor do primeiro requerimento pedindo a abertura da CPI, o vereador Junior Coringa comemorou a participação na Comissão. “Busquei todas as formas pra poder participar dessa Comissão, agora com a minha participação, pode ter certeza absoluta que eu vou ter uma atuação muito forte nessa comissão e muitas coisas vão acontecer, porque juntamente com todos os membros, nós vamos buscar à luz o que está no escuro”, afirmou o parlamentar. A vereadora Ana Portela destacou os principais pontos que serão investigados pela CPI, “o que população mais sente essa dor é a questão da frota, a qualidade do serviço, a morosidade do serviço, enfim são N coisas ali que a gente realmente tem que investigar. Nós vamos fazer essas visitas in loco, vamos trazer também pessoas técnicas pra poder dar esse parecer e é importante a gente ressaltar que todo esse grupo aqui vai estar caminhando junto pra realmente trazer esse retorno dessa investigação da forma que a população tanto espera”, ressaltou. A vereadora Luiza Ribeiro, que também integra a Comissão, destacou que “a CPI está aberta, ela é um instrumento do Parlamento para investigação de um fato determinado, então, o que deixamos muito claro para todos é que a CPI está aberta às autoridades, aos usuários, ao cidadãos, à sociedade sobretudo. Tem pessoas com deficiência que reclamam do funcionamento desse transporte coletivo, empresários, empreendedores, pessoas comuns, autoridades. Nós vamos ouvir o Tribunal de Contas do Estado, vamos ouvir todas as pessoas que queiram falar com a Comissão. Nós vamos ter um calendário de oportunidade pra ouvi-los, seja através de documentos de perícias ou pessoalmente através das audiências. Vamos ter muito trabalho, mas vai ser um momento importante para nossa cidade passar a limpo o transporte público da nossa cidade”, disse. O vereador Maicon Nogueira “Depois de 12 anos, depois de 10 tentativas de abertura da CPI, hoje é um motivo de comemoração para a população, sobretudo, aqueles que sofrem nas paradas que não tem ponto coberto, que passam horas dentro de um ônibus para ir trabalhar, perdendo qualidade de vida. É uma CPI que vai investigar a fundo, vai abrir uma caixa preta, que a população precisa saber, porque é tão caro por um serviço tão ineficiente. Nós como vereadores temos nossa opinião e estamos aqui para atender os interesses das pessoas em primeiro lugar, acima dos interesses da Prefeitura, acima dos interesses do Consórcio, abrimos esta CPI para mostrar para a população da cidade a verdade sobre o que acontece”, frisou. O presidente da Casa de Leis, vereador Epaminondas Neto, o Papy, fez questão de declarar seu apoio à CPI. “Eu particularmente tenho interesse na CPl, eu penso na investigação no transporte público que a cidade espera há anos. Nos meus outros mandatos já tinha assinado o pedido de requerimento CPI que não foi possível ser aberto naquele tempo, então, como um parlamentar, tenho muito interesse no trabalho investigativo que pode proporcionar pra Campo Grande. Mas, como presidente hoje, vou trabalhar nos bastidores, dando suporte aos cinco membros da Comissão, que tem um presidente e um relator, mas tiramos da nossa reunião que esse trabalho vai ser dos cinco membros. Todos terão as suas tarefas e vão desenvolver um trabalho pra dar uma resposta pro cidadão. Esse é o mais importante nesse momento. Uma CPI que não é contra um, contra outro, mas a favor da cidade, a favor das pessoas” A CPI terá duração de 120 dias e tem como objetivo investigar os seguintes fatos determinados: – a utilização de frota com idade média e máxima dentro do limite contratual e o estado de conservação dos veículos, nos últimos cinco anos; – o equilíbrio financeiro contratual após a aplicação dos subsídios públicos concedidos pelo Executivo Municipal de Campo Grande à empresa concessionária por meio das Leis Complementares 519/2024 e 537/2024; – a fiscalização feita pela Prefeitura Municipal pela Agereg e pela Agetran no serviço de transporte público prestado pela concessionária após a assinatura do TAG (Termo de Ajustamento de Gestão) perante o TCE-MS, em novembro de 2020.

Articulação de Esquerda lança Valter Pomar como candidato à Presidência do PT

O historiador e membro do Diretório Nacional do PT, Valter Pomar, registrou, neste sábado (15), sua candidatura para concorrer à presidência nacional do partido pela Articulação de Esquerda. O Processo de Eleição Direta (PED) 2025 ocorrerá no dia 6 de julho, quando será realizada a votação que irá eleger representantes de diretorias municipais, estaduais e nacional. Em declaração ao site do PT Nacional, Pomar afirmou que sua candidatura representa um projeto de direção socialista para orientar a disputa política do partido no país. O petista defende que o PT esteja alinhado com propostas de reformas estruturais, em um processo de transformação “radical” do Brasil. “Representa uma voz a mais em defesa de um partido internamente democrático, militante, presente e atuante nos territórios, nos locais de moradia, de trabalho, de estudo, de cultura e lazer”, explica o historiador. Em uma análise atual da conjuntura política e econômica brasileira e mundial, Pomar faz um alerta ao campo progressista: “Vivemos tempos de guerra, de crise do capitalismo, de catástrofe ambiental”, avalia. “Em tempos assim, se quisermos vencer, é preciso mudar nossa estratégia e nosso jeito de funcionar”. Isso só será possível, sustenta, se o PT for um instrumento “de fato” da classe trabalhadora. O candidato também detalha os desafios da próxima direção do partido, a começar por um processo de descentralização interna. “O PT precisa ser menos presidencialista e voltar a ter direção coletiva”, opina. “Falando dos desafios políticos no ano de 2025, destaco quatro: primeiro, contribuir para que o governo federal mude de rumo e recupere a bandeira da “transformação”; segundo, estimular, apoiar e protagonizar a mobilização social, inclusive como contraponto a maioria de direita no Congresso; terceiro, reforçar o debate politico ideológico contra o neofascismo e contra o neoliberalismo, criando um ambiente favorável a prender os golpistas e também ajudando a nos livrar da canga do “ajuste fiscal permanente”; quarto, fazer da cúpula dos BRICS e da COP 30 momentos de afirmar nossa política externa altiva e ativa e, também, a política de relações internacionais do PT”, elenca. De acordo com o historiador, a vitória de Lula em 2026 passa obrigatoriamente pelo enfrentamento dos quatro desafios apontados, e de outros adjacentes. Se o PT for bem sucedido na estratégia, insiste Pomar, criará “as condições para um quarto mandato bem melhor do que o atual”. “Destaco, entretanto, que nossa preocupação maior é com o partido. O PT está ameaçado, não apenas por nossos inimigos, mas também pelos nossos erros e insuficiências”, adverte o petista. Críticas ao PED Pomar também não economiza críticas ao próprio processo de renovação dos quadros do partido, o PED. “Em todos os PED realizados desde 2001, a maior parte dos filiados não compareceu para votar”, cita ele. “E a maior parte dos que compareceram, votaram sem que antes tivessem participado de um único debate entre as chapas e as candidaturas”, aponta. Pomar considera que, desde 2001, o processo foi contaminado por práticas de abuso de poder, interferências externas e até fraudes. “Apesar disso, em alguns momentos o PED foi importante para defender o partido e inclusive para mudar os seus rumos. Foi o que aconteceu em 2005 e é o que espero volte a acontecer em 2025”, conclui o candidato da Articulação de Esquerda. Acesse o comprovante de inscrição de Valter Pomar clicando aqui.

Planejar ações de direitos humanos em MS é preparação para Projeto de Lei, diz Kemp

O deputado estadual Pedro Kemp (PT), na tarde desta sexta-feira (14), no Plenarinho da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, realizou a Reunião Ampliada do Conselho Estadual dos Direitos Humanos sobre a 13ª Conferência Nacional de Direitos Humanos, a 7ª estadual e também sobre o plano estadual. Representantes de 14 cidades lotaram o espaço de discussões. “Iniciamos o processo de mobilização da sociedade para ser organizada a conferência estadual dos Direitos Humanos e também tirar as propostas para a conferência nacional”. Com a participação de representantes da sociedade civil, Kemp anunciou a importância do processo participativo para que o plano estadual seja revisto. “Queremos que o plano venha para a Assembleia Legislativa como Projeto de Lei para assim, ter força de lei e termos um instrumento a mais para o Estado garantir o respeito aos direitos humanos”. Após ouvir as propostas de diversas áreas, relacionadas a realidade regional de Mato Grosso do Sul, o parlamentar disse que o Conselho Estadual de Defesa da Pessoa Humana está aberto para receber sugestões e assim, orientar os municípios. “A utopia nos impulsiona a acreditar que o mundo pode ser melhor”, disse Kemp. Várias situações foram trazidas à tona durante a reunião como: violência contra as mulheres (feminicídio), violência contra crianças, tráfico humano, população em situação de rua, migrantes internacionais, educação antirracista, violência contra as pessoas LGBTQUIAP+, letalidade policial, pessoa idosa, condições de trabalho dos agentes da segurança pública, monitoramento das leis preconizadas pela Comissão Interamericana dos Direitos Humanos, lei orçamentária para a área dos direitos humanos, consultas prévias aos povos originários (quilombolas e indígenas), pessoas com deficiência entre outros pontos. As sugestões poderão ser feitas no site da SEAD- Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos. Compuseram mesa ao lado do deputado estadual Pedro Kemp: Defensora pública, Neyla Ferreira; Thaisa Raquel Medeiros de Albuquerque Defante (CEDHU/MS -Conselho Estadual dos Direitos Humanos de Mato Grosso do Sul) – Secretário-Executivo de Direitos Humanos da Secretaria, Ben-Hur Ferreira   ( Jacqueline Lopes DRT-078 MS)

Badaró Convida: Leonardo Péricles

No Armazém do Campo de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, o presidente nacional da Unidade Popular pelo Socialismo fala sobre perspectivas, trabalho de base, avaliações sobre o governo Lula e eleições nos Estados Unidos, entre outros temas Entrevista: Norberto Liberator (roteiro e condução); Vitória Regina (roteiro)Imagens: Maurício Costa Júnior https://www.youtube.com/watch?v=Q64MkBavw7k&t Badaró: Passadas as eleições, uma das críticas que tem tomado as redes sociais é a de que a esquerda precisaria “se reconectar com as massas”. Em muitos casos, esse discurso parte para uma negação de pautas como gênero, diversidade e combate ao racismo. Você acha que o conservadorismo entre setores da própria esquerda pode enfraquecer um projeto de transformação radical da sociedade? Eu acho que as eleições, meus queridos, elas nos deram alguns recados importantes. Um deles, olhamos para a abstenção. os votos brancos e nulos que superam todos os segundos turnos no Brasil. Vou dar um exemplo. São Paulo. O candidato que venceu as eleições teve menos do que a somada abstenção voto branco e nulo. São mais de 3,6 milhões de pessoas só da maior cidade da América Latina que não concordaram com ninguém. Só uma coisa para pensar. E se somar no Brasil, que são milhões de pessoas no país que não acreditaram em ninguém. Olha, eu acho que nós estamos num momento de profunda reflexão dos caminhos a seguir. E, na Unidade Popular, o que nos parece é que, na verdade, muito daquilo que foi abandonado é o caminho a ser seguido. E eu faço referência aqui principalmente às pautas de gênero, raciais, enfim, o conjunto das pautas que a gente chama de opressões, elas não atrapalham a luta, pelo contrário, elas fortalecem a luta, mas desde que elas estejam conectadas à luta de classes. Para que a gente possa não se perder nas avaliações. Eu vi, por exemplo, gente que supostamente fala que luta contra o racismo, defender, por exemplo, a Kamala Harris e lamentá-la não ter vencido as eleições nos Estados Unidos. É não aprofundar na avaliação de entender que qualquer um dos dois que vencesse aquele processo eleitoral são partidos que continuariam a guerra, por exemplo, contra o povo palestino. E o que acontece contra o povo palestino é um caso de colonialismo e racismo. Então eu não posso ter uma avaliação seletiva de luta contra o racismo supostamente no lugar para e nego e fecho os olhos para o outro. Então devem estar conectados a pautas importantes relativas à luta de classe. Então faço essa referência, mas poderiam ter muitas outras, porque se a gente simplesmente somente considerar, por exemplo, a questão racial, Nós podemos, por exemplo, nos perder em apoiar o Sérgio Camargo, que era presidente da Fundação Palmares durante o governo Bolsonaro, um preto retinto, mas que serve para potencializar o racismo e toda a violência que o povo negro sofre, porque capitão do mato nós sempre tivemos na história. Essas pautas têm que ter uma conexão. E o trabalho popular, esse aí, nós não podemos deixar de fazer, sobretudo com a imensa maioria da população que é a classe trabalhadora da cidade do campo. Pegando sse gancho, já que você falou da eleição nos Estados Unidos, com o retorno do Trump à presidência, você acha que fica como a relação entre o Brasil e os Estados Unidos? E você acha que esse retorno dele fortalece a extrema-direita a nível Olha, eu. Acho que tende a ser o mesmo tipo de relação, que o centro dela é uma relação de submissão do nosso país aos Estados Unidos. Essa é a relação que eles têm conosco. E, infelizmente, Os governos, um atrás do outro, reforçam isso, mesmo alguns como o atual governo, que fazem um discurso aparentemente diferente, mas mantém essa dependência, uma vez que não rompe com questões fundamentais e centrais para que o nosso país possa ser independente. Eu estou falando aqui de a gente não ser um mero exportador de matéria-prima. E os Estados Unidos nos vê assim. E nenhuma das duas que disputavam centralmente a presidência dos Estados Unidos tinha qualquer outro compromisso que não esse, tratar o nosso país como quintal deles, como sempre fizeram. É um país imperialista e um dos maiores inimigos dos povos que nós temos hoje no mundo, o principal inimigo é os Estados Unidos. Do ponto de vista de reforçar a ação da extrema-direita, sem dúvida nenhuma, embora também com o próprio Biden, nós não tivemos tantas diferenças assim, a política internacional deles é uma política de guerra, uma política de apoio a golpes, de violência, enfim, aquele nome democrata, nós não podemos achar que aquilo realmente Trata-se do processo eleitoral, mas um dos processos eleitorais que tem fachada democrática mais antidemocrática que nós temos no mundo. Que é uma ditadura enorme dos grandes monopólios, dos grande capital e que fazem com que só dois partidos possam conseguir disputar a eleição. Existem vários, inclusive, outros candidatos à presidência da República, inclusive de esquerda, que não tem o menor espaço na grande mídia e nós sabemos que todo esse aparato institucional feito para impedir que haja uma real democracia popular está sendo feito no mundo inteiro. O neoliberalismo é uma das bases dele. É afastar as massas, a classe trabalhadora, os povos das decisões políticas e jogar esses setores a ultra exploração e opressão, esse é o plano do neoliberalismo e nos Estados Unidos isso é muito evidente. Agora, a articulação direta de Trump com forças reacionárias, antipovo, de orientação fascista, ele mesmo é um nazi fascista. inclusive com várias declarações que mostram isso. Então, a política que nós temos que seguir é o combate permanente ao imperialismo norte-americano, a solidariedade aos povos que eles estão massacrando, seja o povo palestino, seja a intervenção na Ucrânia, apoiam e todos os processos de, inclusive, de submissão econômica, e não só no caso aqui do nosso país, mas da América Latina e de outras partes do mundo, e nós precisamos fazer a luta, inclusive, em conexão com a classe trabalhadora e os