Deputado ligado a Vorcaro quer liberdade para odiar as mulheres

Nikolas, achar que mulheres são inferiores não fará ninguém esquecer de suas relações suspeitas Por Norberto Liberatôr A Badaró Periódica 1/2026 já está disponível. Assine para receber diretamente em sua casa. Instagram Twitter Youtube Tiktok

Gleice Jane homenageia três mulheres com Troféu Celina Jallad na Alems

Premiação ocorreu durante sessão solene nesta terça-feira (10/03) Da redação A deputada estadual Professora Gleice Jane (PT) participou, nesta terça-feira (10), da Sessão Solene de entrega do Troféu Celina Jallad, realizada pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul. A cerimônia, em alusão ao Dia Internacional da Mulher, reconheceu trajetórias femininas de destaque na administração pública e em diferentes áreas de atuação no estado. Durante a solenidade, Gleice Jane homenageou três mulheres com atuação reconhecida nas áreas da educação, da assistência social e da luta por direitos: a professora Fernanda Gomes Serafim, a educadora Paola Barbosa Dias e a assistente social Ledi Ferla. A deputada destacou que a homenagem é uma forma de reconhecer mulheres que constroem políticas públicas, fortalecem direitos e contribuem para a transformação social em Mato Grosso do Sul. “São mulheres que dedicam suas trajetórias ao serviço público, à educação e à defesa de direitos. Cada uma delas representa a força das mulheres que constroem diariamente uma sociedade mais justa e igualitária”, afirmou Gleice Jane. A professora Fernanda Gomes Serafim, que esteve presente na cerimônia, agradeceu a homenagem e ressaltou a importância do reconhecimento às mulheres que atuam no serviço público e na construção de políticas mais humanas. “Sou professora da rede pública estadual de Mato Grosso do Sul há 15 anos e servidora pública estadual há 17 anos. Esse reconhecimento fortalece o nosso trabalho e reafirma que, nos indicadores democráticos, as mulheres são predominantes nos países que constroem políticas públicas mais humanas e igualitárias”, destacou. Professora de Sociologia da Rede Estadual de Ensino há 15 anos, Fernanda Gomes Serafim atua em diferentes espaços de mobilização social, com participação no movimento negro, no movimento feminista, na luta por moradia e em organizações da sociedade civil. Atualmente é conselheira estadual dos Direitos das Mulheres em Mato Grosso do Sul e integra comissões voltadas à prevenção e ao enfrentamento da violência contra as mulheres. Também foi homenageada Paola Barbosa Dias, professora da rede municipal de Cassilândia e mestre em Educação, com trajetória dedicada à educação pública e à formação docente. Paola atuou como gestora escolar, assessora técnica na Secretaria Municipal de Educação e avaliadora do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), além de integrar espaços de organização sindical e política voltados à defesa da educação pública. A terceira homenageada foi Ledi Ferla, assistente social e mestre em Sociologia, com ampla experiência na área da assistência social. Servidora pública de carreira, Ledi atuou por mais de 15 anos na gestão da política de assistência social em Dourados e também foi gestora da área em Mundo Novo. Atualmente trabalha como assistente social no Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) em Dourados. Instituído pela Resolução 03/2011, o Troféu Celina Jallad homenageia mulheres que se destacam na gestão pública e na promoção de políticas voltadas à sociedade. A honraria leva o nome da ex-deputada estadual Celina Jallad, que teve papel fundamental na criação de políticas de proteção às mulheres em Mato Grosso do Sul. A sessão solene reuniu parlamentares, representantes de instituições públicas e lideranças femininas, reafirmando o protagonismo das mulheres na construção de políticas públicas e no desenvolvimento do estado. Foto: Assessoria Instagram Twitter Youtube Tiktok

Com Etienne reitor, Danielle propõe UFGD mais comprometida com as mulheres

“Quando a universidade amplia os espaços para as mulheres, toda a comunidade avança junto, inclusive os homens”, afirma a candidata da Chapa 1 Da redação Professora da Universidade Federal da Grande Dourados há 15 anos, engenheira agrônoma, doutora em Ciência dos Alimentos e atual diretora da Faculdade de Ciências Biológicas e Ambientais, Danielle Marques Vilela é candidata a vice-reitora pela Chapa 1, Avança UFGD, ao lado de Etienne Biasotto. Com trajetória no ensino, na pesquisa e na gestão da universidade, ela defende uma UFGD mais democrática, acolhedora e comprometida com políticas de acessibilidade e inclusão, permanência estudantil, enfrentamento às violências e fortalecimento do Hospital Universitário.   Nesta entrevista, Danielle fala sobre o protagonismo das mulheres na UFGD, os desafios que ainda persistem e os compromissos da chapa para que a universidade siga avançando, com diálogo e responsabilidade social.   A participação das mulheres na universidade tem crescido. Como você avalia esse processo na UFGD? A presença das mulheres sempre foi fundamental na universidade, mas hoje esse protagonismo aparece também com mais força nos espaços de decisão, na pesquisa, ensino, extensão e na gestão. Isso é resultado de muita luta e de mudanças institucionais importantes. Na UFGD, as mulheres ocupam a universidade, ajudam a construir seus caminhos e impulsionam transformações que beneficiam toda a comunidade acadêmica.   Esse avanço também se refletiu em políticas institucionais? Sim. A UFGD avançou em políticas de enfrentamento às violências, prevenção ao assédio e acolhimento. O desafio agora é garantir continuidade e estrutura para essas conquistas. Defendemos fortalecer a Pró-Reitoria de Ações Afirmativas, implementar plenamente o Protocolo de Não Revitimização, ampliar a Ouvidoria da Mulher e Diversidade e consolidar mecanismos de monitoramento dessas políticas.   Ainda existem desafios para as mulheres no ambiente universitário? Sim. Persistem desigualdades no acesso a espaços de poder, na permanência acadêmica e no enfrentamento das violências e discriminações. Por isso, é essencial garantir condições para que mulheres possam estudar, trabalhar, pesquisar e ocupar espaços de liderança com segurança e dignidade, especialmente mães e cuidadoras.   Que políticas podem ajudar a transformar essa realidade? Defendemos ampliar a presença das mulheres nos espaços de decisão, fortalecer políticas de permanência e desenvolver ações institucionais de cuidado relacionadas à maternidade, paternidade e responsabilidades familiares. Também propomos o programa Ler Mulheres na Universidade, incentivando a presença de autoras mulheres nas bibliografias e atividades formativas, além de editais específicos de fomento à pesquisa e extensão coordenadas por mulheres.    Como a sua trajetória na UFGD influenciou essa visão? Sou professora da UFGD há 15 anos, mãe de dois filhos e sou filha da universidade pública. Foi por meio dela que minha história e a da minha família foram transformadas. Essa trajetória me mostrou que a universidade pública muda vidas e que os avanços dependem de compromisso institucional, planejamento e trabalho coletivo. Também queremos uma universidade que enfrente a violência com seriedade, escuta qualificada e fluxos institucionais mais humanizados. Quando a instituição assume esse compromisso de forma estruturada, ela deixa de apenas reagir aos problemas e passa a criar um ambiente mais justo, mais seguro e mais coerente com sua função social.   Nesta eleição, duas chapas são lideradas por mulheres e você é candidata a vice. Como você vê esse momento? Para mim, esta eleição não é só uma escolha entre homens e mulheres, mas entre projetos de universidade. Estou ao lado do Etienne porque construímos uma chapa comprometida em ampliar os espaços das mulheres na gestão, fortalecer políticas de enfrentamento às violências e avançar em ações concretas de permanência e cuidado. Quando aceitei ser vice do Etienne é por acreditar que ele está disposto a construir um projeto que assume o compromisso de transformar em políticas as demandas das mulheres da universidade, o que também exige homens dispostos a dividir poder e atuar de forma coerente com essa mudança.   Qual é o principal compromisso da Chapa 1 para os próximos anos? Nosso compromisso é fortalecer a UFGD como uma universidade pública de qualidade, socialmente comprometida e aberta à diversidade. Isso passa pela valorização do ensino, da pesquisa e da extensão, pela permanência estudantil, pelo acolhimento, pela sustentabilidade, pela defesa das ações afirmativas e por uma gestão democrática e dialogada.   Qual é o papel do Hospital Universitário dentro desse projeto? O Hospital Universitário é UFGD. E, como tal, é estratégico para a universidade, mas, principalmente, para toda a região. Ele atende a população, forma profissionais de saúde e produz conhecimento. Defendemos ampliar a integração entre HU e universidade, fortalecer as residências e garantir um ambiente de formação e trabalho mais qualificado e humano.   Que mensagem você deixa para a comunidade universitária? A UFGD é uma construção coletiva. Tudo o que a universidade conquistou é resultado do trabalho de muitas pessoas. No dia 26 de março, a comunidade universitária decidirá os próximos rumos da instituição. Nosso convite é para que conheçam as propostas da Chapa 1 e participem dessa escolha com responsabilidade e compromisso com o futuro da universidade. Instagram Twitter Youtube Tiktok

Lei 14.786: Uma conquista das mulheres

Protocolo de segurança em bares e casas noturnas se tornou lei em 2023 Por Maju Montero(Parceria Badaró-Cervejaria Capivas) Maria Júlia Montero Quadrinista, ilustradora e comunicadora popular. Interessada em artes, feminismo e internacionalismo. Instagram Twitter Youtube Tiktok