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Pouca linha e muita dor: história do adorável Arthur Bispo

Trajetória de artista plástico marginalizado social e esteticamente serve como estímulo para refletirmos sobre psicofobia, racismo e sobre quais são as memórias que merecem legitimidade. Aos loucos, que sejam dadas as linhas (tinta, barro, lápis e o que mais quiserem) a fim de diminuir suas dores psíquicasLeia mais

O Manifesto

Em defesa do potencial artístico do jornalismo e do potencial jornalístico da arte “Sou parcial mesmo. Não acredito em jornalista que não seja parcial; são babacas”. Esta frase de Tarso de Castro, editor-chefe da primeira fase do jornal O Pasquim, ajuda a guiar a Badaró na busca por um jornalismo francamente combativo, que se posicione em favor dos setores mais vulneráveis da sociedade. A pretensa neutralidade é um posicionamento favorável ao opressor. Com estreia no final do ano de 2019, em um contexto político de perda de direitos, a Badaró se propôs desde Leia mais